EUA, Washington, homem, de 36 a 45 anos, português, inglês, espanhol e francês

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De dentro do estádio do Obama

 

Primeiras fotos (minhas, ao menos) de dentro do estãdio Invesco, em Denver, Colorado, de onde Barack Obama discursa hoje à noite. Confirmação 1: as colunas greco-romanas (ou romano-gregas? ou homenagem ao Capitólio?) são bem feias e com um pé no pretensioso. Confirmação 2: Jennifer Hudson, atriz-cantora-vencedora do "American Idol", acaba de ensaiar o Hino Nacional dos EUA. Espere muito vocalise e gemidos no final das frases...



Escrito por Sérgio Dávila às 16h09
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Obama terá de ser menos Obama em discurso hoje

 

Veja minha análise no UOL Notícias.



Escrito por Sérgio Dávila às 14h23
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Feridas entre Obama e Clinton ainda não estão totalmente curadas

 

Veja minha análise no UOL Notícias.



Escrito por Sérgio Dávila às 14h23
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Tem blog ótimo no pedaço!

 

É da minha amiga Barbara Gancia, que sabe tudo de tudo --com bom humor. Você sabe por exemplo como contornar a chatice de ter de ir ao correio buscar as compras da Amazon que deveriam chegar à porta da sua casa? Ela ensina.



Escrito por Sérgio Dávila às 13h46
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Obama and Biden = Osama bin Laden?

 

O ato falho veio a público durante comício no Texas do qual participava o democrata Charles Wilson --sim, aquele mesmo que virou filme com Tom Hanks no papel do político que usou de artimanhas para conseguir verba para ajudar o Afeganistão na véspera da invasão soviética.

O político de 75 anos falava da necessidade de se apoiar a dupla Obama-Biden para acabar com a Guerra do Iraque. "Nós deveríamos ser liderados por Osama bin Laden", disse, para se corrigir: "Quero dizer, Obama and Biden". A pronúncia do sobrenome do vice é Báiden.

Adivinhe quem mais vai se aproveitar da coincidência fonética?

Image:Charliewilsonwarposter.jpg

Charles Wilson (Texas politician)



Escrito por Sérgio Dávila às 22h06
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Democratas apostam em discurso de Hillary para união do partido

 

Veja minha análise no UOL Notícias.



Escrito por Sérgio Dávila às 16h47
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Presos suspeitos de suposta trama para matar Obama em Denver

 

Quatro pessoas presas em Denver entre domingo e hoje participavam de uma suposta trama para assassinar Barack Obama no dia de seu discurso principal, na quinta-feira. A polícia informa apenas que os quatro foram presos por posse ilegal de drogas e armas, mas que um deles respondeu afirmativamente quando indagado se eles planejavam assassinar o democrata.

Segundo a emissora local da CBS, um deles teria dito que eles iriam "atirar em Obama de um ponto elevado, usando um rifle colocado a cerca de 700 metros" do local em que Obama fará o discurso --o que é estranho, já que o evento acontecerá dentro de um estádio. Um dos policiais disse que um dos suspeitos "foi indagado diretamente se tinha vindo a Denver para matar Obama e respondeu afirmativamente."

No domingo de manhã, a polícia de Aurora, uma das cidades próximas a Denver, prendeu Tharin Gartrell, de 28 anos, por direção perigosa. Em sua picape os policiais teriam achado dois rifles de alto calibre e longo alcance --um deles roubado no Kansas--, lunetas telescópicas, assim como roupas de camuflagem, walkie-talkies, colete a prova de bala, carteiras de habilitação em nome de outras pessoas e metanfetamina.

Nathan Johnson, outro dos presos teria ligação com grupos racistas brancos. Estão na operação o Serviço Secreto, o FBI, o órgão federal que cuida de armas de fogo e a força-conjunta antiterrorismo. As autoridades darão uma entrevista coletiva sobre o caso na manhã de terça.

Nathan Johnson e Tharin Gartrell



Escrito por Sérgio Dávila às 00h56
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McCain usa mais uma vez a carta da tortura

 

Em entrevista gravada hoje ao programa de Jay Leno, o republicano John McCain brinca de novo com sua idade --ele faz 72 anos na sexta, e rumores dizem que poderá anunciar seu vice-presidente naquele dia. Diz que seu número de seguro social (o equivalente ao RG local) é "8", que ele avisou que "os britânicos estavam chegando" e reclama que terá de ficar acordado até tarde no dia da eleição.

A sério, diz que é o "azarão" da corrida e, indagado sobre por que não lembrava do número de casas que tinha, lançou mão mais uma vez da carta do Vietnã. Disse que quando estava preso sendo torturado não tinha nem mesa, nem cozinha nem nada. Ele tem usado o episódio sem critério. Mais umas cem vezes e esse artifício vai ficar gasto...



Escrito por Sérgio Dávila às 22h33
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Obama tem quatro dias para unir partido

 

Veja minha análise no Uol Notícias.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 18h46
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Obama tem de descer do salto alto

 

Ouça meu podcast na Folha Online.



Escrito por Sérgio Dávila às 18h40
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A velhinha que tira o sono dos presidentes

--Obrigado, sr. presidente.

Com essa frase, a repórter Helen Thomas indicava a JFK que seu tempo tinha acabado e que ele podia parar de falar. A prática começou nos anos 60, quando as TVs exibiam ao vivo, em horário nobre e na íntegra, as entrevistas coletivas presidenciais, desde que elas durassem meia hora. Foi por isso que os produtores combinaram com ela o sinal.

Essa era provavelmente a única frase simpática que os presidentes dos Estados Unidos ouviam da veterana repórter, ainda hoje em atividade. Helen é setorista da Casa Branca desde que Kennedy assumiu, em 1961, e jornalista há 60 anos. Cobriu nove presidentes desde então e foi odiada e respeitada pelos nove, republicanos e democratas, e por suas dezenas de porta-vozes.

A Richard Nixon (1969-1974), minutos depois de ser publicamente elogiada pelo republicano por ter sido promovida a chefe do escritório de Washington da UPI, então uma importante agência de notícias, Helen disparou uma pergunta sobre se ele mentiu ou não sob juramento, no auge do escândalo Watergate. O presidente negou. Dias depois, renunciaria.

Apesar de ter simpatia por Bill Clinton (1993-2001), colocou o democrata em saias-justas várias vezes por conta de Monica Lewinsky. Na primeira coletiva de George W. Bush, pré-11 de Setembro, o encostou na parede pelas iniciativas do novato que tornavam obscura a divisão entre governo e igreja.

Veio o ataque terrorista, e não é exagero falar que por vários meses, talvez mais de um ano, Helen Thomas foi uma das únicas jornalistas norte-americanas -certamente a única setorista da Casa Branca- a remar contra a corrente de informações dúbias com que esse governo alimentava um grupo cada vez mais dócil e acrítico de repórteres.

É célebre o bate-boca que ela teve com Bush, pré-invasão do Iraque, em que pergunta por que o republicano quer tanto atacar aquele país -algo impensável de ouvir sair da boca de um jornalista então, quando o porta-voz da época, Ari Fleischer, acusava publicamente repórteres que ousassem escapar da linha-dura patriota de darem munição aos inimigos em tempos de guerra.

A partir do episódio, ela entrou para a lista negra dessa administração; nunca mais foi chamada pelo presidente para fazer perguntas.

Não importou. Logo, estava batendo boca com Dana Perino, a atual porta-voz, indagando por que os militares norte-americanos assassinavam civis inocentes no Iraque. "Viés progressista da mídia?", a repórter se perguntou, a certa altura da vida. "Que viés progressista da mídia? Eu estou aqui há 60 anos e nunca encontrei outro jornalista que seja progressista como eu..."

Helen Thomas é tema de um documentário de 40 minutos que a HBO norte-americana vem exibindo nos últimos dias e que acaba de sair em DVD.

Chama-se "Thank You, Mr. President - Helen Thomas at the White House" (Obrigado, Sr. Presidente - Helen Thomas na Casa Branca) e foi dirigido por Rory Kennedy. A documentarista de 39 anos é a caçula dos 11 filhos de Robert Kennedy (1925-1968), assassinado há 40 anos, quando concorria à indicação do Partido Democrata para a sucessão presidencial.

Vale a pena. Para o público em geral, é um exemplo de independência no exercício de uma profissão e do custo muitas vezes pessoal de a exercer. Para o jornalista, uma aula. Uma das lições: "Viu um presidente na sua frente? Grite uma pergunta".



Escrito por Sérgio Dávila às 14h25
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E já tem anúncio contra o novo vice de Obama

 

Quando escolheu Joe Biden, Barack Obama sabia o telhado de vidro que viria junto. O senador foi um dos críticos mais constantes do companheiro de partido durante a corrida no ano passado, e a campanha de John McCain relembra os "melhores momentos" em anúncio que acaba de ser colocado no ar e na rede. Nele, Biden critica Obama e elogia McCain. Veja.

 

O roteiro:

What does Barack Obama's running mate say about Barack Obama?

ABC'S GEORGE STEPHANOPOULOS: You were asked, "Is he ready?" You said, "I think he can be ready but right now, I don't believe he is. The presidency is not something that lends itself to on-the-job training."

JOE BIDEN: I think that I stand by the statement.

And what does he say about John McCain?

BIDEN: I would be honored to run with or against John McCain, because I think the country would be better off.

JOHN MCCAIN: I'm John McCain and I approve this message.



Escrito por Sérgio Dávila às 14h15
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O aviso oficial da escolha de Obama --mas o SMS ainda não chegou para todos

 

Abaixo, o e-mail que a campanha de Obama soltou comunicando a escolha de Joe Biden como vice --às 3h40 locais, 4h40 de Brasília. Mas a mensagem de texto por celular ainda não chegou para todos...

Sergio --

I have some important news that I want to make official.

I've chosen Joe Biden to be my running mate.

Joe and I will appear for the first time as running mates this afternoon in Springfield, Illinois -- the same place this campaign began more than 19 months ago.

I'm excited about hitting the campaign trail with Joe, but the two of us can't do this alone. We need your help to keep building this movement for change.

Please let Joe know that you're glad he's part of our team. Share your personal welcome note and we'll make sure he gets it:

http://my.barackobama.com/welcomejoe

Thanks for your support,

Barack


P.S. -- Make sure to turn on your TV at 2:00 p.m. Central Time to join us or watch online at http://www.BarackObama.com.

Donate


Escrito por Sérgio Dávila às 11h19
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Por um milhão de Maurren Maggis

 

JÁ QUE A OLIMPÍADA acontece na terra dos slogans, o título acima deveria ser adotado como um deles pelos brasileiros para os Jogos de Londres, em 2012.
Se o país quer ser levado a sério na arena internacional, deveria investir nessa poderosa ferramenta de "soft power" que são as competições esportivas -e não vale só pensar na Copa do Mundo, como hoje.
No momento em que escrevo esta coluna, o Brasil está em 26º lugar no quadro de medalhas. Está à frente somente da Índia entre seus companheiros de Bric, o acrônimo utilizado pela primeira vez em 2001 pelo banco de investimentos Goldman Sachs para se refe- rir a Brasil, Rússia, Índia e China como líderes das economias emergentes.
Pois a China ocupa a primeira colocação, a Rússia está em quarto, e a Índia nunca teve tradição esportiva mesmo -além disso, eles têm a bomba atômica e são vizinhos do Paquistão; não precisam de medalhas de ouro para ser levados a sério pelos Estados Unidos, o segundo colocado no quadro, e pelo mundo em geral.
Não é ufanismo; é dinheiro. As empresas norte-americanas ainda terminam de calcular quanto o evento renderá para quem foi à Olimpíada, mas a cifra ficará na casa dos bilhões de dólares. Só para se ter uma idéia, a audiência média diária da NBC foi de 29 milhões de telespectadores durante os Jogos, mais do que qualquer outro programa de televisão no ar hoje em dia nos Estados Unidos, de séries a telejornais.
A emissora norte-americana investiu US$ 894 milhões pelos direitos exclusivos da transmissão, como falei aqui na segunda coluna dessa série, mas o faturamento com o evento já ultrapassa o bilhão de dólares, o que deixa aí um saldo positivo de, no mínimo, nada desprezíveis US$ 100 milhões.
Adaptando o slogan comunista, "que cem Maurren Maggis desabrochem, que cem César Cielos rivalizem."

*

Leia minhas outras colunas sobre as Olimpíadas, em que bato bola com Raul Juste Lores, aqui.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 11h18
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Obama chega à convenção em "modo de crise"

 

Veja minha análise no Uol Notícias.



Escrito por Sérgio Dávila às 02h36
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